AJS PROMOVE DEBATE SOBRE A RESPONSABILIDADE DAS ESCOLAS NA GARANTIA DA SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA

Lobito, 28 de Março de 2025, no âmbito do projecto CHANCE “Estratégias de melhoria dos conhecimentos e atitudes dos jovens angolanos em matérias de Saúde Sexual e Reprodutiva,  – A Associação Juvenil para a Solidariedade realizou, na tarde desta sexta-feira, um debate sobre o papel das instituições de ensino na garantia da Saúde Sexual e Reprodutiva. O evento decorreu entre as 15h30 e as 17h00, na sala de conferência da Universidade Lusíada, no Município do Lobito, e reuniu gestores escolares, professores, alunos e ativistas.

Com o objectivo de incentivar os gestores escolares a criarem mecanismos eficazes de abordagem sobre a Saúde Sexual e Reprodutiva nas escolas, o debate contou com um painel composto por três especialistas na área: o ativista João Luís, a professora Vilma Umba e o psicólogo Adelino Ulika.

Durante a discussão, os painelistas destacaram a importância de incluir temas relacionados à Saúde Sexual e Reprodutiva no ambiente escolar, sublinhando que a ausência de tal abordagem não é responsabilidade exclusiva do Ministério da Educação, mas sim dos gestores escolares. Segundo os especialistas, cabe às escolas criar programas educativos que promovam informação e prevenção, contribuindo assim para um ambiente escolar mais seguro e esclarecido.

O evento contou com a participação de 40 pessoas, incluindo professores, alunos, gestores escolares e ativistas, que intervieram com questões e reflexões sobre os desafios e soluções para implementar políticas de educação sexual no sistema de ensino.

A Associação Juvenil para a Solidariedade reafirmou o seu compromisso em promover debates e iniciativas que visem a melhoria da educação e do bem-estar dos adolescentes e jovens, garantindo que mais atividades do género serão organizadas no futuro para incentivar a inclusão de temas essenciais na formação académica e cidadã dos estudantes.

O projecto Chance é financiado pela União Européia. O realização do debate é da inteira responsabilidade da AJS e não reflete necessariamente a posição da União Européia.

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